Controle de fatores de risco pode evitar doenças cardiovasculares

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares – doenças dos vasos sanguíneos e do coração – são a principal causa de morte no mundo: mais pessoas morrem anualmente por essas enfermidades do que por qualquer outra causa.

Os tipos de doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares incluem Doença coronariana, Doença cardíaca reumática, Cardiopatia congênita, Doença cerebrovascular, Trombose venosa profunda, Embolia pulmonar, Infarto agudo do miocárdio e Acidente vascular cerebral.

Principais sintomas

Os sintomas das doenças cardiovasculares são variáveis, já que algumas doenças são silenciosas – um ataque cardíaco, por exemplo, pode ser o primeiro aviso da doença subjacente – e, por isso, a recomendação para quem tem histórico familiar de doenças no coração é consultar, regularmente, o cardiologista.

De acordo com a OMS, os sintomas do infarto agudo do miocárdio incluem dor ou desconforto no centro do peito e dor ou desconforto nos braços, ombro esquerdo, cotovelos, mandíbula ou costas. Já em relação ao acidente vascular cerebral o sintoma mais comum é uma súbita fraqueza da face e dos membros superiores e inferiores.

Como prevenir

No caso de doenças cardiovasculares, os fatores de risco comportamentais classificados como mais importantes pela OMS são dietas não saudáveis, sedentarismo, tabagismo e consumo abusivo de álcool, sendo que os efeitos desses fatores de risco podem se manifestar por meio de pressão arterial elevada, glicemia alta, hiperlipidemia, sobrepeso e obesidade.

É claro que existem fatores que não poderão ser alterados, como é o caso da predisposição genética. No entanto, maus hábitos podem acelerar o aparecimento das doenças cardiovasculares. Por isso, a recomendação é:

• Manter uma alimentação saudável – ingerir frutas, verduras e legumes diariamente;
• Praticar atividades físicas regulamente, de 30 a 60 minutos, 3 a 5 vezes por semana;
• Não consumir álcool e não fumar. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, o cigarro contém cerca de 4.720 substâncias químicas e, pelo menos, 60 delas são reconhecidamente cancerígenas, além de irritantes e tóxicas para os pulmões. Isso significa que fumar aumenta em 30% o risco de ter um ataque cardíaco e em 200% o risco de ter um derrame;
• Controlar a pressão arterial, já que a hipertensão age silenciosamente prejudicando os rins, os vasos sanguíneos e o coração;
• Controlar os níveis de açúcar e de gordura no sangue.

Clique aqui para conferir o texto “Doenças Cardiovasculares” da Organização Mundial da Saúde.

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